segunda-feira, 28 de outubro de 2013

O Antônimo do Amor

Ao procurar meu professor de história para entregar alguns trabalhos que estavam faltando, ele pediu para eu fazer um trabalho que valia nota para o trimestre seguinte. O necessário era eu escrever um texto com o tema: Existe ódio na sociedade? Pois bem, eu fiz e gostaria de compartilhar com vocês.


Para explicar se o ódio existe na sociedade, precisamos saber o que é ódio. Mas para saber o que é ódio, precisamos saber o que é amor.
O título do texto pode parecer que tu vai começar uma leitura infantil. Portanto, se você já estás com o livro aberto, lendo a história para uma criança com menos de 14 anos, pare agora mesmo!
Quando falamos sobre amor as palavras começam a sumir a partir do momento que você tenta explicar, porque não é algo que podemos ou temos como explicar, mas sim viver e demonstrar, como Deus fez (João 3:16).
O amor não é legal, o amor não é divertido. Afirmo isso porque ao ver o que é o amor segundo a palavra de Deus, lemos o seguinte:

O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece,
não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal;
não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade;
tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. 1 Coríntios 13:4-7

Agora que vimos o significado do amor, vamos refletir em algumas perguntas:
Acaso é bom sofrer? Por muitas vezes não somos invejosos ou vangloriadores? Não nos irritamos? Não suspeitamos do nosso parceiro? Acaso é bom esperar? É bom precisar crês quando a dúvida fala mais alto?
Portanto o amor não é bom. O amor é perfeito, porque passando por todas essas coisas, aprendemos a amar de verdade. Passando pela prova é que tu aprende a verdadeiramente amar, mesmo quando a vontade é largar tudo e sair correndo.
Mas não estamos falando do amor, estamos falando do ódio. O antônimo do amor é o ódio. O amor é perfeito, sendo assim o ódio é imperfeito. Por quê?
Vamos supor que a minha colega de classe roubou um acessório/objeto que pra mim era muito importante e de muito valor espiritual e a safada não assumiu, todos sabiam que fora ela que roubou, mas mesmo assim não assumiu e continuou conversando comigo como se nada tivesse acontecido. Beleza, é uma história mais ou menos, mas vou usar ela apenas para explicar o motivo do ódio, além de ser uma palavra tão horrível quanto o significado, é imperfeito. Como colega de classe eu teria que vê-la no mínimo quatro horas por dia dos vinte e quatro que o mundo me proporciona. Quatro horas vendo ela e lembrando do que ela fez, isso vai fazendo meu dia ficar cinza e, em sentimento, meu coração ficar pequeno, ao ponto de senti-lo vazio. Esse fator podemos chamar de angústia. Eu não conseguiria entender as matérias porque aquele fato estaria sempre vivo na minha mente e sempre ardo em meu coração, até que um dia eu não ia mais suportar e teria que trocar de turma. Trocar de um grupo de amigos que talvez estudam a muito tempos juntos ou apenas se conhecem a bastante tempo, o que geraria tristeza. Pois bem, tendo trocado de turma, eu esqueci de uma coisa importante: O intervalo. O que era um momento sadio com seus amigos, se tornou um inferno, pois a menina anda por tudo que é lado e se você pensou que nunca mais veria ela por sair da sua turma, está errada e, também, arrependida, que entramos no fator raiva. Até agora vimos três fatores que resumem o ódio e nenhum deles são positivos.

Sendo assim, na minha opinião, o ódio não existe. Essa palavra foi apenas um significado denominado para tantos sentimentos ruins que sentimos ao mesmo tempo por uma pessoa ou qualquer outra coisa. O que existe são pessoas más que fazem coisas ruins para que o “ódio” seja aflorado e assim a pessoa seja atingida. Porque quem sofre é a pessoa que foi atingida, mas na maioria não pelo que foi acontecido, mas sim pelo sentimento que gerou no coração dela, o que podemos chamar, segundo a sociedade, de “ódio”. 

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