Ao
procurar meu professor de história para entregar alguns trabalhos
que estavam faltando, ele pediu para eu fazer um trabalho que valia
nota para o trimestre seguinte. O necessário era eu escrever um
texto com o tema: Existe ódio na sociedade? Pois bem, eu fiz e
gostaria de compartilhar com vocês.
Para
explicar se o ódio existe na sociedade, precisamos saber o que é
ódio. Mas para saber o que é ódio, precisamos saber o que é amor.
O
título do texto pode parecer que tu vai começar uma leitura
infantil. Portanto, se você já estás com o livro aberto, lendo a
história para uma criança com menos de 14 anos, pare agora mesmo!
Quando
falamos sobre amor as palavras começam a sumir a partir do momento
que você tenta explicar, porque não é algo que podemos ou temos
como explicar, mas sim viver e demonstrar, como Deus fez (João
3:16).
O
amor não é legal, o amor não é divertido. Afirmo isso porque ao
ver o que é o amor segundo a palavra de Deus, lemos o seguinte:
“O
amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se
vangloria, não se ensoberbece,
não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal;
não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade;
tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” 1 Coríntios 13:4-7
não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal;
não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade;
tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” 1 Coríntios 13:4-7
Agora
que vimos o significado do amor, vamos refletir em algumas perguntas:
Acaso
é bom sofrer? Por muitas vezes não somos invejosos ou
vangloriadores? Não nos irritamos? Não suspeitamos do nosso
parceiro? Acaso é bom esperar? É bom precisar crês quando a dúvida
fala mais alto?
Portanto
o amor não é bom. O amor é perfeito, porque passando por todas
essas coisas, aprendemos a amar de verdade. Passando pela prova é
que tu aprende a verdadeiramente amar, mesmo quando a vontade é
largar tudo e sair correndo.
Mas
não estamos falando do amor, estamos falando do ódio. O antônimo
do amor é o ódio. O amor é perfeito, sendo assim o ódio é
imperfeito. Por quê?
Vamos
supor que a minha colega de classe roubou um acessório/objeto que
pra mim era muito importante e de muito valor espiritual e a safada
não assumiu, todos sabiam que fora ela que roubou, mas mesmo assim
não assumiu e continuou conversando comigo como se nada tivesse
acontecido. Beleza, é uma história mais ou menos, mas vou usar ela
apenas para explicar o motivo do ódio, além de ser uma palavra tão
horrível quanto o significado, é imperfeito. Como colega de classe
eu teria que vê-la no mínimo quatro horas por dia dos vinte e
quatro que o mundo me proporciona. Quatro horas vendo ela e lembrando
do que ela fez, isso vai fazendo meu dia ficar cinza e, em
sentimento, meu coração ficar pequeno, ao ponto de senti-lo
vazio. Esse
fator podemos chamar de angústia.
Eu
não conseguiria entender as matérias porque aquele fato estaria
sempre vivo na minha mente e sempre ardo em meu coração, até que
um dia eu não ia mais suportar e teria que trocar de turma. Trocar
de um grupo de amigos que talvez estudam a muito tempos juntos ou
apenas se conhecem a bastante tempo, o que geraria tristeza. Pois
bem, tendo trocado de turma, eu esqueci de uma coisa importante: O
intervalo. O que era um momento sadio com seus amigos, se tornou um
inferno, pois
a menina anda por tudo que é lado e se você pensou que nunca mais
veria ela por sair da sua turma, está errada e, também,
arrependida, que entramos no fator raiva. Até agora vimos três
fatores que resumem o ódio e nenhum deles são positivos.
Sendo
assim, na minha opinião, o ódio não existe. Essa palavra foi
apenas um significado denominado para tantos sentimentos ruins que
sentimos ao mesmo tempo por uma pessoa ou qualquer outra coisa. O que
existe são pessoas más que fazem coisas ruins para que o “ódio”
seja aflorado e assim a pessoa seja atingida. Porque quem sofre é a
pessoa que foi atingida, mas na maioria não pelo que foi acontecido,
mas sim pelo sentimento que gerou no coração dela, o que podemos
chamar, segundo a sociedade, de “ódio”.

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