sexta-feira, 22 de novembro de 2013

O Poema do Primeiro Amor.

Gosto de professores que buscam aflorar o lado criativo e poeta dos alunos. Hoje minha professora de literatura propôs que fizéssemos uma paródia do poema "Poema das Sete Faces", de Carlos Drummond de Andrade. O resultado está abaixo.

Quando nasci, um anjo Na beira da cama de minha mãe Veio me falar que o amor chegou pra mim Veio me mostrar que a vida não acaba E disse: Vai, Mariela, vai ser apaixonada pela vida. As pessoas espiam umas as outras Na esperança de encontrar alguém Que lhes transbordem e se deparam Com um céu cinza em um mundo Transbordado de lágrimas qur precisam ser derramadas, Algo que se compara com o sentimento de pessoas Decepcionadas por serem falhas nas suas buscas.
A estrada está cheia de almas vazias Em busca de algo que elas mesmas não sabem. Para que tantas lágrimas, meu Deus, pergunta o meu coração. A resposta está diante meus olhos. Eles veem e meu coração busca aceitar. O homem atrás da barba Coberto por seus longos cabelos está a minha frente. O olhar misterioso e delicado me intriga. Meu coração arde em chamas e grita por socorro. Ele estava doente e, agora, seus braços é o meu leito. Eu quis um conto de fadas E hoje tenho um amor Maior que o meu ou que alguém possa sentir. Tenho vivido a história de amor Mais bela que a de Cinderela. Meu príncipe entregou-se por mim E hoje vivo porque ele me amou primeiro.

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