terça-feira, 5 de novembro de 2013

Os adolescentes de 24 anos.

 Vivemos no tempo que pessoas preferem trocar de um emprego onde ganha R$1.000,00 para um emprego que ganha R$600,00 para trabalhar menos. Vivemos no tempo onde a adolescência acaba com vinte e cinco anos. Os homens não estão mais interessados em trabalhar para ter uma casa ou um carro, mas sim para ter mais jogos de vídeo games e um celular legal. As mulheres não anseiam mais por trabalhar para conquistar a casa própria ou realizar a viagem dos seus sonhos, mas sim para passar a tarde inteira em um shopping gastando dinheiro em futilidade. É necessário ter uma tarde de amigas e gastar uma grana em sapatos e vestidos? Sim! É necessário passar a noite inteira jogando vídeo game com os amigos falando bobagem? Também! A grande questão é que o que deveria ser princípios tornaram-se coisas sem valor. É confortante gastar dinheiro como beber água morando na casa dos seus pais aos 25 anos. Não que seja uma regra imposta pela sociedade isso, não. Mas os homens estão deixando de ser homens e tornando meninos, na minha visão.


 Vejo relacionamentos sendo desmanchados porque a mulher está tomando a posição do homem diante alguns decisões importantes que é da natureza do homem resolver. ISSO ESTÁ ERRADO! 
 Estou presenciando uma era onde é raro ver um homem de 20-26 anos trabalhando. Gente, como assim? Estão trocando o suor do trabalho por algumas horas na lanchonete com os amigos e depois ainda chegam no Facebook compartilhando imagens como essa: 



 Vou dizer uma simpatia para conseguir dinheiro também: 
1- Procure um emprego;
2- Exerça-o;
3- Busque excelência no que faz, mesmo sendo um gari. 

 O sedentarismo é o mal do século. Pessoas deixam de ir em uma entrevista de emprego porque é muito cedo ou não aceitam um emprego por terminar muito tarde. Realmente é muito mais fácil deixar a bunda na cadeira compartilhando imagens de ouro que só vão fazer você ficar iludido e, cá entre nós, parecer um idiota ao compartilha-la do que trabalhar e ganhar seu dinheiro honestamente, mesmo que talvez seja pouco. 

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